Meu nome é Isabel Pontes, sou fotógrafa artística e criadora visual atuando em Curitiba. Minha relação com a arte começou muito antes da fotografia entrar oficialmente na minha vida. Desde criança sempre fui movida por imaginação, movimento e criação. Participei de companhia de dança e sempre tive uma curiosidade natural sobre expressão artística. Gostava de montar cenários, inventar histórias e transformar ideias em pequenas encenações — muitas vezes sem perceber que esse impulso criativo acabaria se tornando parte fundamental da minha profissão no futuro.
Desde cedo também desenvolvi o hábito de buscar inspiração em livros, filmes, pinturas e diferentes formas de arte. Gosto de observar como a imaginação humana se manifesta através das imagens, das histórias e das simbologias que atravessam diferentes culturas. Essa curiosidade constante sobre o imaginário e sobre as formas de expressão artística acabou moldando profundamente o meu olhar criativo.
Nasci em Manaus, cercada por natureza, e esse ambiente sempre teve uma influência muito forte na forma como eu enxergo o mundo. A presença da floresta, dos rios e da vida natural despertou em mim uma sensibilidade especial para observar detalhes, atmosferas e símbolos presentes na natureza. Ao mesmo tempo, sempre me senti atraída por temas que exploram o imaginário, o simbólico e o espiritual. O universo das mitologias, do místico e das narrativas arquetípicas sempre despertou minha curiosidade.
Fora das telas me considero uma pessoa bastante reservada, mas que valoriza muito as conexões profundas e significativas. Gosto de ocupar meu tempo com atividades que me mantenham ativa tanto na mente quanto no corpo. Sou apaixonada por dança mas atualmente tenho me dedicado ao Crossfit o que me ajuda a manter o equilíbrio físico e mental. Gosto de assistir animes no meu tempo livre e atualmente junto com meu parceiro estou entrando aos poucos no mundo dos games, o que tem sido uma experiência divertida e desafiadora. Acredito que essas atividades complementam minha prática artística, pois me permitem explorar diferentes formas de expressão e conexão com o mundo ao meu redor.